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Programação 2026 

Este ano, o Caju de Leitores homenageia a liderança pataxó anciã Maria Coruja, em reconhecimento à sua trajetória, resistência e dedicação às novas gerações. 

 

Na programação temos rodas de conversa com autores, pensadores, lideranças e artistas de diferentes povos indígenas, além de contações de histórias, colheita de livros, palestras sobre proteção ao meio-ambiente, e apresentações culturais e escolares. 

 

Temos ainda a exposição visual A terra é corpo, a floresta é sopro e o mar é voz, do Coletivo Ybryda, e os resultados da Pesquisa Caju de Leitores sobre os hábitos de leitura de estudantes indígenas de Porto Seguro.

A programação acontece dentro do Centro Cultural Indígena Pataxó da Aldeia Xandó, localizado no Território Indígena Barra Velha, vizinho da Vila de Caraíva no município de Porto Seguro (BA).

02-09 (quarta)

[7h30] Recepção

Abertura do portão e acolhimento dos educadores, estudantes e do público em geral.​​​

[10h30] Território Vivo: ICMBio

Exposição do ICMBio no Palco Sabará sobre ações de proteção do território e do patrimônio natural no Parque Nacional e Histórico do Monte Pascoal.

[15h30] Bichos avós

Descolonizando afetos na literatura indígena infantil: o que os bichos nos ensinam? Reflorestar o imaginário das crianças com histórias de território e aventuras, espíritos e a coragem das gentes e dos bichos. 

[8h] Abertura manhã

Com o cacique Marrudo Pataxó,

da Aldeia Xandó, e Maria Coruja, homenageada da 5a edição do Festival Caju de Leitores.​

[14h] Vozes da Escola

Espaço de protagonismo para produções, pesquisas, histórias e experiências desenvolvidas pelas escolas locais.​

(continuação)

Esta mesa apresenta a importância da literatura infantil para a autoestima e a aprendizagem das crianças indígenas.

 

Com Geni Nuñez e Auritha Tabajara.​​​​

[9h] Os bichos em patxohã

A roda evoca a língua patxohã, as histórias e os nomes dos bichos encantados das aldeias Pataxó. 

Com Giovanna Pataxó e Apetxienã Pataxó. 

[14h30] Abertura tarde

Com Sairi Pataxó, lideranças indígenas e representantes da Prefeitura de Porto Seguro.

[17h] Grupo Família Tururim

Apresentação dos guerreiros e guerreiras pataxó da Aldeia Xandó, responsáveis pelo Awê de abertura do Caju, cerimônia sagrada e festiva do povo Pataxó.

03-09 (quinta)

[7h30] Recepção

Abertura do portão e acolhimento dos educadores, estudantes e do público em geral.

[10h30] Cia. Teatro Livro Aberto

Exposição do ICMBio no Palco Sabará sobre ações de proteção do território e do patrimônio natural no Parque Nacional e Histórico do Monte Pascoal.

[15h30] Educação indígena inclusiva: para humanos
e não humanos

Quando cantamos e dançamos na sala de aula, chamamos os encantados para estudar com a gente, nos proteger e nos dar sabedoria para aprendermos mais sobre nosso povo e a floresta.

[8h] Contação de história

Encontros que valorizam oralidade, memória, imaginação e transmissão de conhecimentos. 

 

Com Maria Coruja e Auritha Tabajara.

[14h] Vozes da Escola

Espaço de protagonismo para produções, pesquisas, histórias e experiências desenvolvidas pelas escolas locais.

(continuação)

A roda reúne educadores indígenas para uma conversa sobre suas metodologias de ensino e aprendizagem, construídas de forma inclusiva e voltadas aos seres humanos e não humanos — bichos e bichos-espíritos. 

 

Com Vanessa Guarani Ratton, Carina Pataxó e Lucia Tucuju.​

[9h] Povos de Abya Yala

Abya Yala (nome original do continente americano) vive! E o povo pataxó recebe em seu chão a representante do povo Tulian (Argentina) para uma roda de conversa sobre a literatura indigena feita no Brasil-Argentina. Quem é o nosso bicho ancestral? Quais são os bichos ancestrais destes territórios indígenas 

 

Com Mariela Tulián, Sebastian Gerlic e Sairi Pataxó.

[14h30] Pesquisa Caju de Leitores

Qual a relação de crianças e jovens de escolas indígenas com os livros e a leitura? Com, JLeiva, Prima Página

e Tuca Ammirabile.

[17h] Grupo Porto do Boi

Apresentação dos guerreiros e guerreiras pataxó que realizam o Awê, cerimônia sagrada e festiva do povo Pataxó. 

 

04-09 (sexta)

[7h30] Recepção

Abertura do portão e acolhimento dos educadores, estudantes e do público em geral.

[10h30] Território Vivo: Caraíva Proteção Animal

Exposição da ONG Caraíva Proteção Animal no Palco Sabará sobre ações de proteção no território.

[14h30] Colheita de Livros

Encontro do público com autores: Duca Caraíva, Adriana Pesca, Lucia Tucuju, Auritha Tabajara, Geni Nuñez, Maurício Negro, Carina Pataxó e outros.

[8h] Contação de história

Encontros que valorizam oralidade, memória, imaginação e transmissão de conhecimentos. 

Com Maria Coruja e Lucia Tucuju

[14h] Vozes da Escola

Espaço de protagonismo para produções, pesquisas, histórias e experiências desenvolvidas pelas escolas locais.

[15h30] Marujos Pataxó

Apresentação dos sambadores e sambadeiras da Aldeia Mãe Barra Velha, no sul da Bahia, que preserva a tradição do chamado samba indígena. 

 

[9h] Quando as imagens também contam as histórias dos bichos

Esta roda abre um diálogo sobre a importância da pesquisa e representação das imagens nos livros de literatura indigena, nos logos de eventos literários 

e nos quadrinhos.

(continuação) 

Uma exposição visual será apresentada neste momento e veremos quais bichos são manifestados. 

 

Com Maurício Negro, Sol Itaputyr e Tucunã Pataxó.

 

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